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O século dos centenários

Vidas longevas

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Viver 120 anos

É cada vez maior a expectativa de vida do homem. A longevidade está deixando de ser um fenômeno para se tornar trivial entre as populações, sejam elas desenvolvidas ou não. Genética, hábitos alimentares, origem? Diversas são as hipóteses, permanece o mistério a ser desvendado pela ciência.

Em 1965, um advogado fez um acordo pouco comum com uma de suas clientes mais antigas, Jeanne Calment of Arles, da França: ele lhe pagaria uma pensão mensal até que ela morresse, e quando isso acontecesse, ele herdaria o apartamento dela. Na ocasião, como a Sra. Jeanne estava com 90 anos, parecia que o advogado tinha feito um excelente negócio e não teria muitas “prestações” a pagar antes de receber o imóvel. Porém, o negócio foi uma barganha muito melhor para a Sra. Jeanne, que viveu até os 122 anos, ou seja, mais 32 anos após fechar o contrato, enquanto seu advogado faleceu aos 77. Na época, a Sra. Jeane havia acabado de comemorar seu 120º aniversário. Com o negócio, a cliente recebeu três vezes o valor real do seu apartamento.

Quando a sua vida terminou no dia 4 de agosto de 1997, ela foi provavelmente a pessoa mais velha a morrer no mundo. Ela viveu mais do que Shigechiyo Izumi, do Japão, que tinha o recorde de 120 anos e 237 dias de longevidade.

Vidas longevas como a da Sra. Jeanne são pouco freqüentes, porém são o desejo da maioria das pessoas. Entre os 7,7 bilhões de habitantes do planeta, talvez não menos de 25 tenham mais de 110 anos. Mas por que estes “super centenários” são tão raros?

Quais fatores permitiram que Jeanne Calment, que tinha apenas 14 anos quando a Torre Eiffel foi concluída e que um dia vendeu materiais de pintura para o famoso Vincent Van Gogh, vivesse tanto, a ponto de assistir a muitos marcos da história mundial?

A genética seria o fator-chave? Os ancestrais da Sra. Jeanne foram legendários por suas vidas longas. Será que o local em que as pessoas vivem é um determinante?

Em 2001, dez das pessoas mais velhas do mundo eram japonesas, seis eram americanas, três eram francesas e duas eram italianas. Será que há algum detalhe especial sobre o modo como essas pessoas vivem? A Sra. Jeanne teve aulas de esgrima aos 85 anos, ainda andava de bicicleta aos 100, fumou até os 117 e foi adepta de uma dieta rica em azeite de oliva por toda a sua vida.

Na verdade, não há um segredo da longevidade. De acordo com os cientistas que a estudam, ela é muito mais do que isso, todos esses fatores – hereditariedade, ambiente e estilo de vida – exercem papéis complexos para determinar se um indivíduo terá uma vida longa e sadia.¹

De acordo com o Dr. Wilson Jacob, professor livre-docente de Geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, a média de idade das populações do mundo, de todos os países e de todas as comunidades, está aumentando e tende a aumentar ainda mais durante este século. “Isso quer dizer que as pessoas estão tendo mais chances de envelhecer, e isso se deve muito mais aos cuidados que tivemos com as crianças e com os jovens do que os que tivemos com os idosos”, explica o Dr. Jacob.

Se a criança não morreu quando tinha pouca idade, ou se a mulher jovem não morreu ao dar à luz, elas terão mais chance de envelhecer. Trata-se de um fenômeno universal que começou primordialmente nos países desenvolvidos, como os Estados Unidos ou os europeus e passou para os países em desenvolvimento. “Significa que um brasileiro que nasça hoje em condições mínimas de desenvolvimento adequadas tem uma expectativa de vida média em torno dos 70 anos, fato raro no século passado e bastante provável no panorama atual”, explica o professor.

Envelhecimento

Antes de falar sobre longevidade, é importante compreender um dos aspectos do ciclo da vida: o envelhecimento, que é um processo natural. A Organização Mundial da Saúde (OMS), baseada em fatores socioeconômicos, considera idoso todo indivíduo com 65 anos ou mais. Porém, nos países com expectativa de vida mais baixa, pode-se reduzir o limite para 60 anos. Isso também é válido para o Brasil, pois de acordo com a Lei nº 8.842, de janeiro de 1994, sob o ponto de vista legal, o idoso é toda a pessoa com mais de 60 anos de idade.

A Dra. Elisa Franco de Assis Costa, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), explica que o termo “terceira idade”, criado pelo sociólogo Laslett, tem uma conotação social. “Ele representa a fase da vida em que o indivíduo se afastou do mercado de trabalho pela aposentadoria, mas mantém a sua independência e capacidade produtiva.” Já o termo “velho” tem uma conotação pejorativa, porém, do ponto de vista semântico, não difere de “idoso” ou de “geronte”.

Na verdade, o processo de envelhecimento faz parte de um contínuo que se inicia com a concepção e só termina com a morte. Ninguém, diz a presidente, ao chegar a uma determinada idade, é considerado velho e o processo está completo. Fica-se mais velho a cada dia, continuamente, até o final da vida.

No livro Gerontologia, a velhice e o envelhecimento em visão globalizada (Editora Atheneu), Matheus Papaléo Netto, professor livre-docente da FMUSP e chefe da Clínica Geronto-Geriátrica do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, e Nelson Borgonovi, médico assistente da Clínica Geronto-Geriátrica do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, dizem que “o fenótipo do envelhecimento, que é representado por marcadores típicos, como perda do peso, redução da massa corpórea magra, cabelos grisalhos, pele enrugada etc., é um somatório de alterações somáticas que, mais rápida ou lentamente, estarão presentes em todos os idosos”.

Porém, embora tais manifestações sejam evidentes e facilmente observáveis, os mecanismos envolvidos em sua gênese ainda não foram esclarecidos, apesar de o envelhecimento biológico ser um fenômeno universal e comum a todos os animais. “Permanecem até hoje dúvidas acerca dos mecanismos que acarretam modificações profundas nas funções orgânicas de indivíduos idosos, particularmente daqueles que atingem idades mais avançadas da vida, o que transforma adultos saudáveis em velhos frágeis, com redução das reservas funcionais e aumento exponencial da vulnerabilidade a muitas doenças e, conseqüentemente, à morte”, falam os autores.

Ainda nesse livro, Renato P. Veras, professor adjunto da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade e doutorando no Guy’s Hospital da Universidade de Londres, aborda o envelhecimento funcional. “Na velhice, a manutenção de autonomia está intimamente ligada à qualidade de vida. Portanto, uma forma de se procurar quantificar a qualidade de vida de um indivíduo é através do grau de autonomia com que o mesmo desempenha as funções do dia-a-dia, fato que o faz independente dentro de seu contexto socioeconômico e cultural.”

Ao dizer isso, o professor refere-se à capacidade do idoso em preparar as suas próprias refeições, cuidar da sua higiene pessoal, da manutenção básica da casa, ir ao banco ou ao supermercado. É muito importante lembrar que a pessoa saudável não é aquela que está simplesmente livre de doenças, mas sim a que mantém a sua autonomia preservada. Mesmo porque, de acordo com estatísticas médicas mundiais (OMS), após os 65 anos 95% das pessoas terão pelo menos uma doença crônica e 15% serão acometidas por outras cinco delas.

Nutrição, atividades e longevidade

Alimentação balanceada, prática regular e orientada de exercícios e distância de vícios como o álcool e o tabaco ainda são as diretrizes básicas para quem quer envelhecer com saúde. De acordo com o Dr. Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), a longevidade envolve diferentes fatores, entre eles o genético, os sociais, os ambientais, os físicos e os nutricionais. “Mas os grandes responsáveis pelo seu aumento entre os seres humanos estão sendo efetivamente as medicinas preventiva e terapêutica”, afirma o presidente.

Dentro desse contexto, a terapia nutricional tem um papel fundamental. “Qualquer que seja a doença, a responsável é sempre uma dieta deficiente.” Sabe-se atualmente, através de estudos epidemiológicos, que as dietas que incluem uma quantidade variada de vegetais, frutas, verduras e legumes, associada à baixa ingestão de gordura saturada, tendo como base a ingestão de gordura advinda dos ácidos graxos monoinsaturados (azeite de oliva e nozes mistas), traz benefícios clínicos comprovados.

“Os grãos integrais e os peixes, especialmente os de água fria”, diz o Dr. Ribas Filho, “são muito salutares para quem visa a uma vida longeva”. Também é muito importante ter como parâmetros básicos a baixa ingestão de açúcares refinados e de sal.

Os indivíduos devem pensar no que comem: “quantas pessoas pensam efetivamente no que estão ingerindo, no que vão ingerir, ou no que não deveriam ingerir?”, questiona o presidente. Talvez a estratégia mais adequada para uma nutrição equilibrada seja pautada pelo “pensar no que comer”. “A alimentação é um ato voluntário, enquanto que a nutrição não é. Isso significa que o alimento (e não os nutrientes) será ingerido de forma voluntária e consciente; portanto, se refletirmos no que vamos comer, no momento em que nos dispomos a isso, certamente caminharemos para uma alimentação equilibrada. E este é o primeiro passo (e o mais importante) para uma vida longeva”, afirma o Dr. Ribas Filho, acrescentando que a ciência nutrológica demonstra esses aspectos precisamente.

Para o Dr. Jacob, um dos principais carros-chefes de um envelhecimento saudável é a atividade física. “Baseado em ampla literatura sobre o assunto, estou absolutamente convencido de que um dos grandes moduladores e promotores do envelhecimento saudável é a prática, durante a maior parte da vida, de atividades físicas.”

Quando o médico cita essas atividades, ele não se refere simplesmente a tarefas domésticas ou ao trabalho no escritório. O indivíduo deve ter o hábito de praticar uma atividade específica, regular, um esporte, de preferência orientada por alguém que conheça o assunto e que seja capaz de dar instruções para que não haja lesões e se consigam os maiores benefícios de condicionamento corporal e da saúde. Além disso, ações triviais como levar o cão para passear, jogar sinuca, passear na praia, no parque, jogar bocha, trocar o elevador pela escada, estacionar o carro longe do local de trabalho, dentre tantas outras coisas, são essenciais para evitar o sedentarismo e auxiliar no cuidado à saúde.

A alimentação adequada para cada fase da vida, o cultivo das relações sociais (inclusive as afetivas e o sexo), aliado às atividades físicas, formam um tripé. “Essa talvez seja a linha mestra, a espinha dorsal de um envelhecimento bem-sucedido”, diz o médico.

Evolução, qualidade, expectativa e impactos

Tudo o que sucede algo é uma evolução. A Segunda Guerra Mundial foi uma evolução da Primeira Guerra, e se tivermos uma terceira, será uma evolução da segunda. O mesmo ocorre com o ser humano. A chance que uma mulher que hoje está com 20 anos tem de ultrapassar os 70, é infinitamente maior do que a sua avó ou bisavó tiveram quando na mesma idade. Estamos progredindo?

“Sim e não”, responde o Dr. Wilson Jacob. “Sim, pois todos nós aspiramos a viver muito, e não, se não soubermos oferecer uma boa condição para desfrutar dessa vida longa”, completa ele.

“Muitos nos perguntamos se o ser humano teria data de validade. Exatamente, um limite máximo não, mas, aproximadamente, temos um limite de 120 anos”, diz o Dr. Jacob. “Os estudos mostram que a expectativa de vida máxima, que é diferente de expectativa de vida média (média de idade em que as pessoas de uma determinada comunidade morrem), do brasileiro da caatinga nordestina (em torno dos 50 anos) não é a mesma das melhores cidades de Santa Catarina (por volta de 75 anos)”, acrescenta ele, destacando que foi observada uma expectativa de vida média na caatinga nordestina semelhante à da África Central e à da Índia, pois ela está relacionada a questões socioeconômicas.

Aqui nos deparamos com um tema muito delicado sob o ponto de vista semântico: a qualidade de vida. As pessoas, sejam elas médicos, jornalistas ou qualquer outro profissional, tendem a confundir qualidade de vida com condições sócio-econômicas. O Dr. Jacob explica que é possível encontrar indivíduos nos locais mais miseráveis com qualidade de vida e outros em países ricos como a Suécia ou a Noruega que não a têm. “A qualidade de vida é um bem individual e a expectativa de vida é um bem coletivo. Eu sou capaz de medir a expectativa de vida de uma comunidade, já da qualidade de vida, eu posso ter apenas parâmetros subjetivos, que são os mais importantes neste mister”, diz o professor.

Um idoso pobre que mora na periferia, não possui plano de saúde, depende do Sistema Único de Saúde (SUS), vive apenas com uma parca aposentadoria, mas está feliz ao lado dos seus, pode perceber muito mais qualidade de vida do que um rico empresário que mora num dos melhores edifícios da cidade, tem vários carros, todas as vantagens de um plano de saúde top de linha, porém está limitado por uma condição física ou isolado socialmente.

Voltando à expectativa de vida, nós tivemos uma grande alteração no cenário nacional e internacional. Alguns países impuseram um controle de natalidade, porém em outros uma diminuição da natalidade se deu de forma voluntária. À medida que as vacinas foram surgindo, a medicina se aprimorando e os filhos deixando de morrer, os casais começaram um controle para não mais ter 15, 16 filhos. O Brasil é um exemplo disso; passou de uma média de 5 a 6 filhos por mulher para 2 a 3 filhos, o que representa menos da metade, num curto período de tempo. Isso teve um forte impacto econômico na sociedade. “Existiam cinco pessoas trabalhando e pagando impostos para que fosse mantida uma aposentada, a proporção diminuiu de 5:1 para 3:1. No futuro, para cada indivíduo que paga impostos vai ter um recebendo aposentadoria. O sistema previdenciário vai ser incapaz de fazer frente a uma demanda como esta”, raciocina o Dr. Jacob. Este é apenas um dos impactos do aumento da expectativa de vida aliado à diminuição da taxa de natalidade.

O médico diz que, ao contrário do que muitos pensam, a solução não seria simplesmente nascerem mais crianças: “Os idosos não podem se tornar sobrecargas sociais. A sociedade precisa se acostumar com o fenômeno da longevidade e se adaptar a ele. Nós temos que aprender a reinserir os mais velhos na sociedade.”

Tudo o que é novo gera temor e preconceito. As pessoas ainda não conhecem suficientemente o fenômeno do envelhecimento, pois até pouco tempo atrás muitas mulheres morriam antes da menopausa e os homens não suportavam as condições de trabalho ou as doenças crônicas precocemente manifestas e mal tratadas. Hoje nós podemos prolongar a vida, aliando os recursos científicos à sua própria condição individual. Não há mais espaço para preconceitos que relacionam a terceira idade a leitos de hospital, bengalas, cadeiras de roda e fraldas geriátricas. Ainda não há uma explicação final para o fenômeno da durabilidade da vida, mas enquanto houver vida, ela deve ser aproveitada e bem.

É necessária uma mudança geral na mentalidade para que as pessoas compreendam que o ser humano não tem um limite máximo tatuado na pele que determina até qual idade ele é útil ou não.

Cuidados para a vida

Segundo o Dr. Jacob, a idade ideal para consultar o geriatra é no momento em que o indivíduo tem certeza de que vai envelhecer. Não há um sintoma exato para isso, mas sim uma percepção. Há muitas pessoas que não acreditam que vão envelhecer aos 50, 60 ou 70 anos. “Enquanto o indivíduo não acreditar que pode envelhecer, ele não pode cuidar do seu envelhecimento, e essa é uma questão de conceitos. Preparar o envelhecimento é uma das chaves para a longevidade funcional”, diz o Dr. Jacob.

Os mesmos tipos de dores que o idoso tem aos 60 anos de idade, o jovem já tinha aos 30, mas não se dava tanta importância a isto. As mesmas falhas de memória que ele apresenta após a sexta década de vida e que aceita como decorrência da idade, ele já tinha na quarta, mas a atribuía ao cansaço ou ao estresse. É evidente que são diferentes as doenças e a magnitude dos sintomas. “A pessoa vai ao dentista ou ao cardiologista, pois sabe o quanto os dentes e o coração são importantes para si. Elas só irão procurar o geriatra quando se derem conta do quanto envelhecer bem será importante para a sua vida”, diz o médico.

Ele conta que, em seus 25 anos de prática clínica, tem percebido uma nítida evolução da busca pela saúde. São raríssimas as situações em que as pessoas procuram auxílio da medicina preventiva: durante o pré-natal, quando a mulher tem a sua gestação acompanhada, e na puericultura, em que o bebê é cuidado e toma diversas vacinas em seus primeiros meses de vida. “Isso é um erro. É muito mais fácil prevenir a doença do que tratá-la”, admite o Dr. Jacob.

Baseado nisso, há aproximadamente 20 anos ele criou o conceito da “senecultura”, ou seja, uma proposta de agir de maneira interdisciplinar e multiprofissional para que um indivíduo tenha maiores possibilidades de preservar a sua saúde. O médico não consegue alterar a vida pregressa do paciente, como, por exemplo, o peso de nascimento ou a herança genética, mas pode, mediante um estudo do background individual e familiar criar uma estratégia de ações preventivas. Se o indivíduo tem avó ou bisavó com osteoporose, será criado um plano que afaste a possibilidade desta doença.

A Dra. Elisa, presidente da SBGG, explica que a disponibilidade de especialistas em geriatria ainda é pequena no Brasil. “Temos pouco mais de 500 médicos titulados.” A especialidade é relativamente nova e, apesar de a SBGG ter sido fundada em 1961, os centros de formação e as residências médicas só começaram a ser criadas no final da década de 70.

Faz pouco tempo que a população começou a conhecer este profissional, diz a Dra. Elisa, e a buscar assistência especializada. “Com as leis de proteção à terceira idade e as informações veiculadas na imprensa, ocorreu um aumento nas expectativas dos pacientes e dos seus familiares quanto à assistência que os idosos devem receber”, afirma a presidente. Espera-se hoje do geriatra bom-senso no uso da tecnologia, uma visão global da saúde do idoso, valorização da capacidade funcional e uma atitude de respeito, e nunca de banalização das suas queixas, tentando justificar tudo como conseqüência da idade.

¹ Material retirado do site do National Institute of Aging (http://www.niapublications.org/pubs/microscope/chapter1.pdf)

Ana Sodré

Sentir-se bem em fazer o bem… Sou antes de tudo um ser humano que ama a vida e estou sempre em busca de um mundo melhor. Atuei nos últimos 30 anos como empresária e editora, destacando três grandes publicações, a Revista Médico Repórter e o Jornal Hipócrates, atingindo a classe médica. E, por 2 anos a Revista Aimè, voltada para o público gay masculino, com venda em banca no âmbito nacional, sendo também distribuída na Argentina e em Portugal. A repercussão foi muito positiva, do qual recebi um prêmio Mulher Excelência 2009 - CIESP. Ao receber o convite para ser parte do Instituto - “Eu Causo”, foi como um raio de sol iluminando o meu horizonte… Envolvida na saúde, ao longo destes anos me deparei com diversas situações, oras boas, outras nem tanto, porém algo sempre me chamou a atenção, a fragilidade do Ser Humano. Pude perceber de perto, o quanto estamos vulneráveis mediante uma doença, quer seja em causa própria, ou de alguém da família, um amigo... Com base nessa premissa, agarro este projeto com o mesmo propósito: contribuir, através da informação, para um melhor estar! Estarei comprometida a identificar os avanços da medicina em prol da saúde, em responder as demandas da população; e vendo como as pessoas se conectam mais, me engajarei para que cada um de vocês utilize este portal, na certeza que irão encontrar um espaço acolhedor e aglutinador, para que juntos, possamos alcançar um estado de felicidade. Eu escolhi cuidar! … Eu causo!… E você?

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