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Meio Ambiente, Meio de Vida

Vamos reciclar?

As festas juninas a partir deste mês, são marcadas, pelo quentão, pipoca, pinhão, milho, entre outros. O que gera muito lixo em vias pública. Muitos descartáveis, muita resto de comida e bebida. Mas, principalmente nessa época, é importante lembrar de dar o destino correto para outro tipo de sobra, aquela que pode ser reaproveitada ou reciclada. Muito pode ser feito com as, as garrafas de refrigerante e as latas de alumínio.

Segundo Eduardo Bernhardt, consultor do centro de informações sobre reciclagem e meio ambiente Recicloteca, para diminuir a grande quantidade de lixo produzida, que pode chegar a 1kg diário por pessoa, é preciso seguir a filosofia dos três “Rs”, ou seja, Reduzir, Reaproveitar e, por último, Reciclar. “Para isso, é preciso aproveitar todas as partes dos alimentos, inclusive as cascas e os talos, reutilizar potes de vidro, de plástico e de alumínio e, depois, enviá-los para a reciclagem. É muito mais fácil evitar a geração de lixo, porque assim poucos itens precisarão ser reciclados e menos lixo orgânico entrará em decomposição”, acredita.

Para exemplificar o que pode ser feito, é possível utilizar as embalagens dos presentes recebidos, que não foram danificadas, para embrulhar algo que se queira dar a alguém. Aqueles que têm aptidão podem reciclar papel em casa ou fazer objetos de papel machê. Os potes de vidro e de plástico podem ser utilizados para guardar alimentos e as latas de molho de tomate, que pedem mais cuidado no manuseio, pois têm bordas afiadas, podem se transformar em porta-trecos simples ou mais elaborados, se forem encapadas com papéis de presente.

Bernhardt conta que o papelão e as garrafas pet também podem ser reutilizados em casa com facilidade, mas, quanto às latas de cerveja e de refrigerante, é mais indicado doar ou vender. E ele dá as dicas: “É possível produzir pequenas estantes e prateleiras resistentes com a sobreposição de papelão, e fazer pufes e vassouras com garrafas pet, mas a lata é mais difícil de manusear e tem um bom valor de venda, por isso é mais indicado dar outro destino ao material”.

Reaproveitamento

Uma grande variedade de objetos pode ser reaproveitada e reciclada hoje em dia. Os mais comuns são o vidro, o metal, o papel e o plástico. A reciclagem é um processo industrial que transforma um item usado em outro novo.

O processo realizado em casa é chamado de reaproveitamento, que significa reutilizar um objeto que já existe, como por exemplo, os copos de requeijão (que podem ser utilizados para beber água), os potes de sorvete (que servem para guardar alimentos) e as latas de molho de tomate (que podem se transformar em porta-trecos). “Essa ação cotidiana é importantíssima, pois nem tudo o que é jogado fora é inútil”, diz Bernhardt.

Os benefícios de aproveitar corretamente os alimentos e dar o melhor destino para os resíduos são a melhor qualidade de vida na Terra e a melhora da saúde, porque há a diminuição do desperdício, da extração desnecessária de recursos, da contaminação do ambiente e do efeito estufa. E tem mais: ainda é possível vender materiais que podem ser reciclados e melhorar a receita da casa.

Se você ainda não recicla, a hora de começar é esta. Antes de tudo, descubra quem pode receber os resíduos que você pretende separar. Podem ser cooperativas, sucateiros, aparistas de papel e depósitos. Você pode obter mais informações no site do Recicloteca (www.recicloteca.org.br). Depois, cheque se esses recicladores retiram o material, se só o recebem, se o compram, qual é a quantidade mínima aceita e em quais condições ele deve estar.

Na hora de separar, divida os resíduos em recicláveis e não-recicláveis. Entre os recicláveis, limpe-os e divida-os por tipo de material. Lembre-se de embalar vidros quebrados em papel e mantê-los separados, a fim de evitar acidentes.

Com relação à venda, Bernhardt lembra que a variação de preço é grande de acordo com a região e o resíduo. “O ganho financeiro deve ser uma meta secundária para quem decide realizar a coleta seletiva. Os principais objetivos dessas pessoas devem ser os sociais e os ambientais, porque o rendimento não é alto”, conclui.

 

Material Tempo de degradação
Alumínio De 200 a 500 anos
Garrafa pet Mais de 100 anos
Papel e papelão Cerca de 6 meses
Plástico Até 450 anos
Vidro Indeterminado

Recuperação ambiental

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, por meio da Coordenadoria de Parques e Parcerias, inicia nesta quinta-feira (6) mais uma etapa do Projeto Pomar Urbano para recuperação ambiental e paisagística do rio Pinheiros.

Depois de Chamamento Público, a Reservas Votorantim assinou o Termo de Doação de serviços de implantação e manutenção, por 30 meses, dos trechos da margem oeste do rio na capital paulista. Nessa etapa, o projeto paisagístico é assinado pela Cardim Arquitetura Paisagística.

“É uma parceria sem custo algum para a administração pública na qual ganham todos, o governo, a Votorantim e principalmente a população que terá mais verde e qualidade de vida”, diz o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido.

Esta é a primeira vez que espécies nativas e raras da Mata Atlântica serão inseridas no projeto. A Reservas Votorantim deve plantar 30 mil exemplares de 30 espécies ao longo de 13 quilômetros do Pinheiros. As plantas foram cultivadas no viveiro do Legado das Águas, maior reserva privada de mata atlântica do país.

“O Legado das Águas executará o maior projeto de paisagismo urbano com espécies nativas da Mata Atlântica do estado, com uma proposta inovadora para transformar a relação entre o rio e a metrópole”, afirma o diretor da Reservas Votorantim, David Canassa.

O Pomar Urbano foi criado em 1999 com o objetivo de realizar a recuperação ambiental das margens do rio Pinheiros. Até o momento foram recuperados 26 quilômetros por meio de parcerias.

“Embora um trecho de 13,5 quilômetros de floresta possa parecer pouco no contexto da cidade, é importante lembrar que espaços bem menores que esse na capital paulista, cultivados com espécies nativas, têm mais diversidade de plantas do que em toda a Inglaterra”, ressalta Ricardo Cardim, da Cardim Arquitetura Paisagística.

O diferencial deste novo trecho do projeto está no método que reproduz a dinâmica da floresta tropical em pequena escala. A proposta técnica levou em consideração o uso de espécies que favorecem o retorno de pássaros, propiciam conforto térmico e reduzem a necessidade de manutenção, poda e rega.

“Nessa proposta de valorização da estética da flora original do rio se busca trazer toda a exuberância dos pinheiros nativos que batizou um dos bairros mais tradicionais de São Paulo e hoje está restrita apenas a fotografias antigas”, comenta o diretor-presidente da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), Ronaldo Camargo.

O Projeto Pomar

O projeto de recuperação ambiental e paisagística do rio Pinheiros foi lançado com o objetivo de recuperar a vegetação e trazer vida às margens do rio. A EMAE, proprietária da área, cede os locais nos quais há implementação. O rio Pinheiros perdeu sua mata ciliar e vegetação natural quando foi retificado, entre 1928 e 1940, para geração de energia. Atualmente, o Pomar Urbano é administrado pela Coordenadoria de Parques e Parcerias da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente.

O Legado das Águas

O Legado das Águas, maior reserva privada de mata atlântica do país, com extensão aproximada à cidade de Curitiba (PR), é um dos ativos ambientais da Votorantim.

Localizada na região do Vale do Ribeira, no sul do estado de São Paulo, a área foi adquirida a partir da década de 1940 e conservada desde então pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), que manteve a floresta e a rica biodiversidade local com o objetivo de contribuir para a manutenção da bacia hídrica do rio Juquiá, onde a companhia possui sete usinas hidrelétricas.

Em 2012, o Legado das Águas foi transformado em um polo de pesquisas científicas, estudos acadêmicos e desenvolvimento de projetos de valorização da biodiversidade, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.

Hoje, o Legado das Águas é administrado pela empresa Reservas Votorantim, criada para estabelecer um novo modelo de área protegida privada, cujas atividades geram benefícios sociais, ambientais e econômicos de maneira sustentável.

Vamos causar? Cuide do meio ambiente!

Fonte:
www.saopaulo.sp.gov.br

Ana Sodré

Sentir-se bem em fazer o bem… Sou antes de tudo um ser humano que ama a vida e estou sempre em busca de um mundo melhor. Atuei nos últimos 30 anos como empresária e editora, destacando três grandes publicações, a Revista Médico Repórter e o Jornal Hipócrates, atingindo a classe médica. E, por 2 anos a Revista Aimè, voltada para o público gay masculino, com venda em banca no âmbito nacional, sendo também distribuída na Argentina e em Portugal. A repercussão foi muito positiva, do qual recebi um prêmio Mulher Excelência 2009 - CIESP. Ao receber o convite para ser parte do Instituto - “Eu Causo”, foi como um raio de sol iluminando o meu horizonte… Envolvida na saúde, ao longo destes anos me deparei com diversas situações, oras boas, outras nem tanto, porém algo sempre me chamou a atenção, a fragilidade do Ser Humano. Pude perceber de perto, o quanto estamos vulneráveis mediante uma doença, quer seja em causa própria, ou de alguém da família, um amigo... Com base nessa premissa, agarro este projeto com o mesmo propósito: contribuir, através da informação, para um melhor estar! Estarei comprometida a identificar os avanços da medicina em prol da saúde, em responder as demandas da população; e vendo como as pessoas se conectam mais, me engajarei para que cada um de vocês utilize este portal, na certeza que irão encontrar um espaço acolhedor e aglutinador, para que juntos, possamos alcançar um estado de felicidade. Eu escolhi cuidar! … Eu causo!… E você?

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