Diabetes

O Diabetes não é sinonimo de infelicidade

Diabetes - Bom humor, a chave para felicidade e melhor qualidade de vida

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Enfrentar os problemas com a cabeça erguida e de bom humor requer um trabalho pessoal, mas sempre dá bons resultados. Para levar uma vida saudável é preciso ter calma e concentração. Não perder o foco e saber realmente o que se quer e onde se quer chegar.

Segundo Dra. Lívia Maria Zimmermann, nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e endocrinologista do Hospital Cristóvão da Gama e da Associação de Diabéticos do ABC (ADIABC), o Diabetes não é sinônimo de infelicidade e não deverá ser culpado pelas possíveis frustrações cotidianas. O que se deve buscar desde o primeiro momento em que se recebe o diagnóstico é a mudança da atitude mantendo o pensamento positivo e o bom humor, para que a qualidade de vida seja cada vez melhor. “Tudo aquilo que é feito com bom humor, realmente acaba tendo o melhor resultado. O estresse gerado quando a pessoa está de mau humor, libera uma série de hormônios na circulação que são hiperglicemiantes, ou seja, aumentam e agravam o Diabetes. Já no caso de quem tem  bom humor, o estresse fica mais controlado e, consequentemente o Diabetes também, retardando as possíveis complicações.”

O poder dos alimentos

Comer pode ser uma atividade agradável e prazerosa, principalmente quando se descobre que algumas substâncias melhoram o humor. De acordo com a Dra. Lívia, existe um aminoácido, chamado triptofano, que está associado com a liberação de serotonina no cérebro, responsável pela sensação de prazer. “Podemos encontrar essa substância nas carnes magras, peixes, leite, iogurte desnatado, queijo branco e magro, nozes e leguminosas. O precursor do triptofano é a niacina, vitamina do complexo B presentes na aveia, banana, batata e uva passa. Essa talvez seja uma boa forma de melhorar o humor”, complementa.

Assim, ter bom humor pode ajudar quem tem Diabetes a levar à risca a dieta alimentar. Para a médica, os pacientes bem-humorados têm maior facilidade em seguir “recomendações”, controlando melhor seu Diabetes.

Pensamento positivo é fundamental

O Dr. Adriano Segal, diretor de psiquiatria e transtornos alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e presidente da Comissão de Especialidades Associadas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica,  entende que a melhor maneira de receber uma notícia de Diabetes é de modo sereno, e o médico tem uma grande responsabilidade em como vai lidar com essa informação. “Os pacientes que fazem o tratamento adequadamente têm ótima qualidade de vida. O profissional deve estar à disposição para esclarecer qualquer dúvida.”

Procurar fazer o que dá prazer pode ajudar a resolver problemas relacionados ao estresse e ao mau humor. Cantar, dançar, tocar um instrumento, andar de bicicleta, caminhar são atividades que podem auxiliar. É importante pensar no presente, em você e no seu bem-estar.

Para o Dr. Segal, a primeira dica para levar a vida com bom humor é encarar o problema de frente. Isso vai implicar em algumas condutas, que se introduzidas na rotina diária não causarão nenhum desconforto. “Fazemos várias atividades tão mecanicamente que nem percebemos. O uso da medicação e a automonitorização também podem fazer parte desse quadro”, diz.

Cantar: experiência própria

Quando, em seu consultório, Dr. Segal estimula seus pacientes a exercer uma atividade prazerosa, está defendendo causa própria: Desde 1977, ele canta músicas de Elvis Presley, mas foi em 1983 que se tornou cover. Juntou-se a uma banda e, imitando Elvis, canta em pubs, bares e festas em São Paulo.

O Dr. Segal viaja muito e vai a vários congressos médicos em todo o mundo. Ele é um grande exemplo de que fazer o que se gosta pode dar muito prazer e melhorar muito o humor.

 

Ana Sodré

Sentir-se bem em fazer o bem… Sou antes de tudo um ser humano que ama a vida e estou sempre em busca de um mundo melhor. Atuei nos últimos 30 anos como empresária e editora, destacando três grandes publicações, a Revista Médico Repórter e o Jornal Hipócrates, atingindo a classe médica. E, por 2 anos a Revista Aimè, voltada para o público gay masculino, com venda em banca no âmbito nacional, sendo também distribuída na Argentina e em Portugal. A repercussão foi muito positiva, do qual recebi um prêmio Mulher Excelência 2009 - CIESP. Ao receber o convite para ser parte do Instituto - “Eu Causo”, foi como um raio de sol iluminando o meu horizonte… Envolvida na saúde, ao longo destes anos me deparei com diversas situações, oras boas, outras nem tanto, porém algo sempre me chamou a atenção, a fragilidade do Ser Humano. Pude perceber de perto, o quanto estamos vulneráveis mediante uma doença, quer seja em causa própria, ou de alguém da família, um amigo... Com base nessa premissa, agarro este projeto com o mesmo propósito: contribuir, através da informação, para um melhor estar! Estarei comprometida a identificar os avanços da medicina em prol da saúde, em responder as demandas da população; e vendo como as pessoas se conectam mais, me engajarei para que cada um de vocês utilize este portal, na certeza que irão encontrar um espaço acolhedor e aglutinador, para que juntos, possamos alcançar um estado de felicidade. Eu escolhi cuidar! … Eu causo!… E você?

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